O que é e para o que serve a reserva de emergência?
Qual deve ser o tamanho de uma reserva de emergência?
Isso vai depender muito de pessoa para pessoa e de seu padrão de vida. Na média, a conta básica é de seis meses de despesas cobertas por esse montante. Então, caso uma pessoa tenha despesas médias na casa de R$ 5 mil por mês, isso significaria um total de R$ 30 mil na reserva de emergência, já alguém com despesas de R$ 10 mil mensais precisaria de R$ 60 mil guardados.
Porém, esse é apenas um arredondamento e varia bastante em cada caso. Funcionários públicos que contam com estabilidade maior no emprego, por exemplo, podem ter uma reserva de emergência menor, na casa de 3 a 4 meses de despesas pagas. Já profissionais autônomos, como médicos ou dentistas, podem precisar de uma reserva maior, de 9 a 12 meses, uma vez que não contam com benefícios de empregados no regime CLT, como o FGTS, ou o aviso prévio.
Como investir na reserva de emergência?
Como é possível perceber, um dos principais requisitos para a sua reserva de emergência é a liquidez. Afinal de contas, o dinheiro investido precisa ser acessado rapidamente na hora de uma urgência. Por isso, títulos de renda fixa em que o investidor deixa seu dinheiro travado por um período mais longo ou fundos de investimento com menos liquidez acabam não sendo escolhas interessantes nesse caso.
Outro ponto é em relação à volatilidade da aplicação financeira, ou seja, as oscilações para cima ou para baixo que esse investimento pode sofrer. Obviamente, por ser um recurso para situações emergenciais e que pode ser sacado a qualquer momento, o investidor precisa buscar aplicações que não contem com grande volatilidade, para assim não correr o risco de ter surpresas negativas. Com isso, o investimento em ativos de renda variável, por exemplo, fica descartado para esse objetivo.
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